quarta-feira, 7 de julho de 2021
Série de lives sobre investimento estrangeiro
No meu perfil do Instagram: https://lnkd.in/ey4bjk6
O Brasil está recebendo uma montanha de investimento estrangeiro.
O cenário internacional, com a inflação nos EUA e com a China sedenta por influência, só reforça o ciclo.
Você tem que estar preparado para atender demandas de investidores estrangeiros.
Vamos explorar esse tema nessa série de lives.
É conteúdo de alto nível, baseado na minha experiência e nas minhas pesquisas. Não perca.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Evento: o direito dos negócios internacionais na era pós-COVID 19
Evento que vai comentar o livro de mesmo nome, organizado por alguns dos membros da comissão de direito internacional da OAB-MG.
Tenho a honra de ser secretário da comissão e posso assegurar que os palestrantes entendem bem a teoria e a prática do que estão falando.
Transmissão pelo youtube: https://www.youtube.com/channel/UCQC4Cl8CZGsz9Z9MfwC51lA
terça-feira, 17 de novembro de 2020
O que eu gostaria que alguém tivesse me dito quando comecei na carreira internacional.
Quando estava sendo entrevistado para fazer estágio em um grande escritório de direito internacional, eu mencionei que estava estudando direito chinês de arbitragem. O entrevistador foi rápido:
-Isso não serve pra nada, você tem que saber só o direito brasileiro.
Foi dos PIORES conselhos que já recebi. O tempo me mostrou justamente o contrário. Se você quer trabalhar com direito internacional, é muito importante conhecer aspectos pontuais do direito dos países com os quais você vai se relacionar mais.
Por exemplo, têm sido de muita valia para mim:
i) o regulamento das LLCs americanas;
ii) as leis básicas sobre formação de empresas nas Ilhas Virgens Britânicas;
iii) a lei de arbitragem da China;
iv) o tratado de não bitributação entre China e Hong Kong.
Um outro aspecto da profissão que eu entendia mal, e que só fico claro com o tempo, é que é preciso ser hábil para manejar a infraestrutura básica de tratados internacionais.
Durante a faculdade você aprende a Lei Uniforme de Genebra e fica maravilhado. Ou ouve falar do Pacto de San Juan da Costa Rica e já se acha um gênio. Quando eu estava me formando, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar estava caindo muito na prova da OAB e era moda.
Mas, no dia a dia, os tratados não servem para mostrar erudição ou para passar na prova. Eles são realmente mecanismos práticos que você tem que usar e precisa conhecer.
Um destaque especial vai para a Convenção de Haia da Apostila, que foi absorvida pelo Brasil mais ou menos recentemente. Ela determina os requisitos de validade de muitos documentos estrangeiros e é absolutamente fundamental para os procedimentos abertura de empresas com sócios do exterior e para a averbação de casamentos e divórcios.
Há uma ou duas dúzias de tratados desse tipo que serão mantidos junto ao Código Civil do internacionalista como leis fundamentais.
Um conselho que eu recebi um pouco tarde, mas que me ajudou muitíssimo veio de um CEO de uma multinacional, pai de uma grande amiga. Ele disse: “saiba tudo sobre finanças”.
Quando algum estudante me aborda, esse é o primeiro conselho que eu sempre dou. Saiba tudo sobre finanças.
A materialização desse conselho consiste em dominar, por exemplo:
i) Regulamentação e custos de contratos de câmbio (IOF, etc.);
ii) Tributação sobre operações financeiras (PIS/COFINS, IR sobre ganho de capital);
iii) Saber calcular juros e retorno sobre investimento;
iv) Saber o básico sobre “valuation” de empresas;
v) Entender preço de emissão de ações, cotação de ações em bolsa e o funcionamento de investimentos em fundos de investimento.
Não posso dizer que me faltou saber o básico sobre vendas e marketing, porque eu sempre fui muito preocupado com essa área e procurei aprender o mínimo necessário sobre vendas para poder vender meu trabalho sem depender do patrocínio ou prestígio de um grande escritório.
Mas, quanto à relação com o mercado, eu preferiria ter tido pelo menos duas dicas:
1) O mercado é pequeno, mas não é fechado. Pelo contrário, é hospitaleiro. Quando chega alguém novo numa câmara de comércio, numa associação empresarial ou numa cooperativa de exportadores, essa pessoa será bem recebida se tiver algo bom para oferecer;
2) Não é preciso se prender à cobrança antecipada de honorários. Mesclar honorários antecipados com participação nos resultados funciona bem. Seja criativo na hora da cobrança.
Finalmente, eu demorei a aceitar que não há informação de qualidade no Brasil. Quem quer atuar na área tem que ler muitos sites, blogs e revistas científicas estrangeiras, ou vai passar vergonha.
Bom, esse era o básico. Talvez eu detalhe melhor esses pontos no futuro, contando um pouco das histórias que me fizeram amargar o desconhecimento.
Mas, como diz o salmo, “foi bom que eu fosse humilhado”. O aprendizado se fixou muito melhor.
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Inventário na Inglaterra x Inventário no Brasil
Recomendo a leitura, neste link.
Segue um trecho:
Brasil
|
UK
|
|
Testamento/Will
|
O proprietário pode dispor de metade de seu patrimônio e outra parte é
reservada aos herdeiros necessários. Na ausência de herdeiros necessários, o
testador pode dispor de todo o patrimônio.
|
O proprietário pode dispor de todo seu patrimônio.
|
Tipos de testamento
|
- Público: escrito pelo Tabelião de Notas;
- Cerrado: escrito pelo testador e registrado em tabelionato; - Particular: sem os registros oficiais |
Pode ser feito de punho próprio ou usando um kit, mas se exige que se
cumpram certas formalidades para ser válido. É recomendável que se se recorra
aos serviços de um profissional qualificado (www.fernandaellis.com). O
testamento pode ser mantido em casa ou registrado em um dos órgãos
disponíveis.
|
Falecimento e inventário
|
Geralmente, o inventariante é o cônjuge sobrevivente ou um dos filhos.
|
Havendo “executor” nomeado em testamento, de regra, esse administra o
inventário. Na ausência de executor, o personal representative é
determinado de acordo com a hierarquia entre os possíveis herdeiros. Os
herdeiros só passam a ter direitos sobre o patrimônio após a distribuição.
|
Da Herança – existindo testamento
|
Seguem-se os termos do testamento, desde que seja respeitada a metade
restrita aos herdeiros necessários.
|
Respeitam-se os termos do testamento válido, tendo em vista que o
proprietário pode dispor de todo seu patrimônio.
|
Vocês podem ler o restante em:
https://www.fernandaellis.com/single-post/2018/09/21/Invent%C3%A1rioProbate-%E2%80%93-quadro-comparativo-entre-Reino-Unido-e-Brasil
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Alteraçõs no sistema harmonizado Argentino (códigos NCM)
Quem me enviou foi o pessoal do Wiener · Soto · Caparrós, um dos melhores escritórios de advocacia da Argentina, onde trabalha uma grande amiga.
En lo que a ello respecta, las áreas operativas contaran con una tabla de correlación de las Enmiendas (Versión 2012 a 2017), lo que permitirá evitar demoras en el desaduanamiento de las mercaderías.
Por otra parte, se informó que aquellas declaraciones SIMI que contengan Posiciones Arancelarias afectadas por las modificaciones de la medida y que estén alcanzadas por la tramitación de Licencias Automáticas (LA), los declarantes deberán solicitarlas nuevamente consignando la nueva PA NCM.
En cuanto tengamos mayores novedades, lo estaremos comunicando por este mismo medio.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
UNESP - Seminário apresenta ambiente de negócios na China e suas oportunidades
segunda-feira, 13 de março de 2017
POR QUE ABRIR UMA EMPRESA NA CHINA? Como abrir uma empresa em Hong Kong?
Depois de ver o vídeo, leia também os posts abaixo:
Internacionalização de empresas Brasileiras
INVESTIR NO EXTERIOR
Alguns complementos ao que foi dito no vídeo:
i) tenho ouvido falar de alguns bancos em Hong Kong que permitem a abertura de conta sem a presença física do investidor;
ii) a empresa no exterior, vinculada a brasileiros, terá que obedecer a regras de "transfer pricing". Isto é, não poderá comprar da empresa brasileira que tem os mesmos donos, ou vender para empresas brasileiras pertencentes aos mesmos donos, praticando preços artificiais. Os preços, nesse caso, serão controlados pela Receita Federal.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Problemas comuns no fechamento de câmbio - receber e enviar dinheiro
O artigo Como Receber Dinheiro do Exterior é um dos mais acessados do blog.
Por isso, resolvi fazer um artigo complementar, explicando em mais detalhes quais os problemas mais comuns e persistentes nas operações de câmbio.
DÓLAR É UM PRODUTO REGULADO, COMO PÓLVORA OU REMÉDIO
Dólares, Euros e moedas fortes, em geral, não podem ser comprados e vendidos como se fossem cocadas ou panos de prato.
O motivo é dramático: o Brasil é pobre. Excesso de moeda forte circulando por aqui pode ameaçar o monopólio do governo sobre a nossa pobre moeda. Ou, por outro lado, se as pessoas fossem livres para gastar todos os dólares que possuem, o governo brasileiro ficaria sem notas verdes para pagar os empréstimos que toma no exterior.
Enfim, pense no dólar como algo que tem que ser previamente aprovado pelo governo, antes de ser comprado. Como um remédio controlado.
SÓ AGENTES AUTORIZADOS PODEM VENDER, E ELES TÊM QUE PRESTAR CONTAS
Se o dólar é como um remédio, as farmácias que o vendem seriam os bancos e casas de câmbio.
Assim como a farmácia tem que prestar contas de quantos remédios de tarja preta ela vendeu e para quem os vendeu, os bancos e casas de câmbio também têm que prestar contas de quantos dólares venderam e quem os comprou.
O Banco Central regula essas operações. E é justamente por isso que existe tanta burocracia e tantos problemas.
O CONTRATO DE CÂMBIO TEM QUE SER CLASSIFICADO CONFORME UMA LISTA
Existe uma lista com dezenas de tipos de contratos de câmbio possíveis. Por exemplo: pagamento da dívida externa, ou remessa de dinheiro para pagar o aluguel da filha que está estudando no exterior.
Toda vez que você ligar para o seu banco e diz que recebeu dinheiro do exterior, alguém lá dentro começa a se preocupar em como classificar essa operação. Se o agente financeiro errar a classificação, ele pode ter problemas. Por isso, ele já iniciará o trabalho querendo obter o máximo de informações possíveis sobre sua vida, suas transações, etc.
O BANCO ACHA QUE VOCÊ É UM TRAFICANTE DE ÓRGÃO, OU COISA PIOR
As leis de combate ao tráfico de drogas, ao terrorismo, à corrupção e à lavagem de dinheiro são dirigidas, principalmente, aos agentes que atuam em mercados sensíveis. Quem lida com venda de ouro, jóias, obras de arte, etc. Bancos e instituições financeiras são os principais alvos de fiscalizações, justamente porque eles atuam com um dos ativos mais líquidos e desejados do mundo: o dólar.
Assim, se você está recebendo dinheiro do exterior, a primeira desconfiança de seu banco é que você esteja fazendo algo ilícito. Para afastar esta suspeita, o banco ou casa de câmbio pedirá todos os documentos imagináveis, a fim de atestar que ele afastou toda a dúvida razoável de que a operação seja criminosa. Isto é, se a Polícia Federal perguntar, o banco poderá dizer: "o bandidinho era muito esperto, me enganou!"
Falando desse jeito a situação parece um pouco cômica, mas é exatamente assim que funciona.
CONTANDO UMA HISTÓRIA QUE FAÇA SENTIDO
Para desatar esse mar de desconfiança, só mesmo sendo didático e apresentando ao banco uma historinha fácil de entender, baseada em muitos documentos. O essencial é que a história seja REAL, e que não se invente nenhuma mentira. O objetivo é ajudar o profissional responsável por vistoriar o caso a entender o que se passa.
Por exemplo, qual das histórias abaixo transmite mais segurança?
História A
Tomás de Aquino é um professor universitário há 3 anos. Ele é convidado para dar uma palestra no exterior. A instituição organizadora envia uma remessa de dinheiro para a conta dele, referente ao valor da passagem e também ao pagamento pela palestra. Há mensagens de email entre o professor e a instituição estrangeira.
História B
Saulo Alinske não tem profissão. Sua conta bancária está sempre com baixíssimo saldo, ou no vermelho. Saulo recebe um depósito de 50 mil dólares em sua conta, vindo de um país famoso por patrocinar terroristas. Saulo vai ao banco e diz que o dinheiro foi o presente de um amigo, mas se recusa a informar o nome do amigo.
Está claro que Tomás de Aquino fez tudo de maneira justa, enquanto Saulo Alinske é um trapalhão, com toda a pinta de bandido.
ASPECTOS TRIBUTÁRIOS E OUTRAS BUROCRACIAS
Além da análise superficial, como a que fizemos acima, e que serve apenas para separar os potenciais bandidos dos clientes sérios, o banco muitas vezes é obrigado a agir como fiscal tributário ou como fiscal da burocracia do governo.
Por exemplo: digamos que você está enviando dinheiro ao exterior, para pagar pela importação de alguns produtos.
O banco poderá solicitar detalhes sobre quais produtos estão sendo importados, quem é o fabricante, etc.
No caso da importação e exportação, essas informações geralmente são fáceis de obter.
Mas, se sua empresa estiver recebendo um empréstimo, feito por uma pessoa que mora no exterior, o banco/casa de câmbio certamente pedirá o registro no ROF - Registro de Operações Financeiras, que deve ser providenciado junto ao Banco Central.
Se você não sabia da necessidade de providenciar este registro, certamente perderá vários dias até conseguir obtê-lo.
Para não falar de certos controles tributários. Algumas operações, como a remessa de pagamento ao exterior para remunerar prestadores de serviços, só podem ser completadas se o pagador brasileiro demonstrar que recolheu o imposto de renda retido na fonte. Isso porque a lei torna o banco corresponsável pelo recolhimento do imposto, e o banco não vai arriscar fazer o câmbio sem ter prova de que ele já foi pago.
QUANDO O SEU GERENTE E VOCÊ TRAMAM PARA ENGANAR A MESA DE CÂMBIO
Tudo estaria bem claro, se não fosse pelo JEITINHO brasileiro.
Quando o gerente lê, nos manuais internos do banco, que será preciso solicitar páginas e páginas de documento, ele normalmente desanima.
Você precisa lembrar que, para a grande maioria dos gerentes, o câmbio é uma operação eventual, extraordinária. Eles não ganham muito dinheiro com isso, e também não recebem treinamento adequado.
O resultado é que muitas vezes o gerente tenta forçar a classificação da operação numa categoria que seja menos burocrática.
Então, ao invés de instruir o cliente a providenciar a documentação correta, o gerente instrui o cliente a fazer declarações falsas, na esperança de que o câmbio seja fechado com mais velocidade. Ex: dizer que o dinheiro é uma prestação de serviço, ao invés de pagamento por um produto exportado.
O problema vem quando o combinado entre o gerente e o cliente é descoberto pela mesa de câmbio. Quando isso acontece, a operação costuma ser cancelada, sem muita explicação. O cliente fica desorientado, o gerente fica humilhado e a operação não sai.
Este tópico se aplica mais aos bancos do que às casas de câmbio. já que as casas de câmbio normalmente são mais espertinhas.
SOLUCIONANDO OS PROBLEMAS MAIS COMUNS
Depois dessa longa introdução, fica mais fácil identificar os problemas mais comuns e as respectivas soluções.
i) Falta de honestidade
Conte a VERDADE. Não tente engambelar o seu gerente ou a casa de câmbio;
ii) Falta de documentos
Apresente documentos que corroborem a história que você está descrevendo. E, se você não os possuir, trate de arranjá-los. Muitas vezes os documentos que mais fazem falta são faturas comerciais e contratos.
iii) Problema de perfil
Em alguns casos, mesmo fazendo tudo certo, pode ser que o seu banco ou casa de câmbio não aceite comprar seus dólares (completar o câmbio). Nesses casos, pode ser que o perfil de negócios do banco não se adapte a você. Pense por exemplo num banco que esteja priorizando pessoas jurídicas de grande faturamento, e que não queira se envolve com pessoas física. Ou talvez o banco não tenha confiança na seriedade do negócio, mas não tenha como provar que há algo errado.
Nessas situações, caracterizadas pelo silêncio prolongado e pela falta de informações objetivas, o melhor mesmo é trocar de instituição financeira. Isso é mais fácil do que parece. Muitas vezes uma casa de câmbio pode "sequestrar" uma ordem de pagamento que esteja bloqueada em outra instituição.
Tenho tido a sorte de trabalhar com bons bancos e casas de câmbio, muito conhecedores de câmbio e capazes de contornar casos difíceis. Se precisarem de auxílio, podem me escrever.
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Informações básicas sobre abertura de empresa exportadora por estrangeiros
------------------------------
terça-feira, 4 de março de 2014
A crise na Ucrânia e as cláusulas de Força Maior (Force Majeure)
Os leitores antigos do blog vão lembrar que, há pouco mais de 3 anos, eu publiquei um post comentando sobre a importância de os contratos internacionais preverem situações de força maior, tais como guerras civis, embargos e revoluções.
O post era chamado A crise no Egito e as cláusulas de Força Maior (Force Majeure)
Pois bem, estava aqui matutando e percebi que, desde 2011, as empresas brasileiras que exportavam para Egito, Síria, Líbia, Tailândia e, agora, Ucrânia, tiveram todas que recorrer a esta cláusula.
(Muitos produtores de carne suína exportam para a Ucrânia, por exemplo)
As revoluções recentes mostram que o mundo realmente é um lugar perigoso e que o comércio internacional não é para os fracos.
Segue o post original, sobre o Egito. Ele ainda é verdadeiro:
___________________
Um dia, um cliente meu pilheriou sobre o fato de eu ter incluído situações de guerra, calamidade e embargo numa cláusula de força maior.
Um exemplo desse tipo de cláusula segue mais ou menos o modelo abaixo:
Article xx – Force Majeure
Artigo xx - Força Maior
If any party hereto is unable to perform this Agreement as a result of Force Majeure, i.e. an event which is not foreseeable or resisted or avoided by human acts, such as war, floods, fires, storms, earthquakes, embargoes and other situations recognized by both parties, the delayed, partial or total non performance of this Agreement may be allowed, and the liability in respect of the breach of contract by such party shall be partly or wholly exempted according to the situation.
Se qualquer das partes se tornar incapaz de cumprir este Contrato como resultado de Força maior, ou seja, um evento que não é previsível, que seja irresistível e que não possa ser evitado por atos humanos, tais como guerras, enchentes, incêndios, tempestades, terremotos, embargos e quaisquer outras situações assim reconhecidas pelas duas partes.....
Bem, ontem mesmo o Newscomex publicou a notícia: Crise no Egito preocupa empresas de exportações de Maringá.
Fica então o aprendizado. O mundo é vasto e imprevisível. As cláusulas dos contratos internacionais devem levar isso em conta.
Além do mais, adicionar tais eventos hipotéticos ao texto dá um pouco de tempero e aventura à árdua tarefa de redigir um contrato internacional que às vezes chega a ter 30, 40, 50 páginas.
Deixem o seu advogado exercitar a imaginação. Nesses casos, a precaução nunca é demais.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Abrir empresa no exterior ou manter os recebimentos no Brasil?
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Contratos da China: Esse selo é autêntico? Parte II
(ESTA É A TRADUÇÃO DE UM POST DE MESMO NOME PUBLICADO NO CHINALAWBLOG)
Há alguns meses, eu fiz um post sobre os selos na China, com o título “Contratos na China: esse selo é autêntico?”
Nota do Autor: Em geral, os leitores deste post também gostam de ler sobre:
Contratos Com a China
Lei Chinesa de Arbitragem
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Alteração do Regime de Admissão Temporária de Bens
MP 627 - Mudanças nos investimentos de pessoa física no exterior
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Contratos da China: Esse selo é autêntico?
Fui copiado em um e-mail em que um de nossos advogados chineses orientava nosso cliente a como assegurar que o selo em seu contrato chinês corresponda ao selo verdadeiro da empresa chinesa com a qual este estaria conduzindo seus negócios na China.
Nota do Autor: Em geral, os leitores deste post também gostam de ler sobre:
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Estrangeiro poderá pedir visto de trabalho no Brasil pela internet
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Legalizando documentos estrangeiros em países sem consulado brasileiro
Ola' sou brasileira e meu noivo e' alemao, moramos em Dubai e iremos nos casar nas Ilhas Seychelles, porem la nao existe Consulado nem Embaixada brasieleira (sic)
Estava pesquisando na internet sobre como registrar meu casamento no Brasil e encontrei:
Voce precisara:
*Certidão expedida pelo Consulado ou Embaixada do Brasil
É quando a certidão foi registrada no Consulado do Brasil onde a pessoa se casou e constará o regime de bens e o nome adotado pelos noivos depois do casamento.
(Teremos um contrato pre nupcial)
*Certidão expedida por reparticão estrangeira ( Cartorio)
É quando voce tem somente a certidão original na lingua estrangeira com o carimbo do Consulado do Brasil( consularizada)
Atenção: Não basta apresentar somente a certidão original, precisa ter (na certidão) o carimbo do Consulado do Brasil do lugar onde ocorreu o casamento.
Mas novamente nao existe consulado/ embaixada do brasil em seychelles a mais proxima de onde moramos e' em Abu Dhabi!
Voce poderia me ajudar?
como devo proceder?
Obrigada
Att
Kay Challis
|
Pode sim..
porem como moro em Dubai - a mais proxima de mim seria de Abu Dhabi, ja entrei em contato com eles.
Obrigada!!!
Kay Challis
|
Adler Muitissimo obrigada pela sua ajuda!
Li seu site e estou impressionada com a sua inteligencia!!
Thanks again!
Kay Challis
|






